Um amor que vem do outro lado do mar.
01 de Novembro de 2009

A algumas semanas tenho, observado algumas situações muito comuns, mas que inssistem em passar desapercebidas...

Por exemplo, o constrangimento que uma colega de trabalho passou, por estar de uniforme dentro de uma loja de classe A.Acredito que as vendedoras não davam a ela, pela cara, a renda que ela tem.Perderam venda, e pior perderam a noção minima de educação.


Não só ela, mais um amigo muito achegado, passou um contragimento maior, estava em uma griffe pequena, e não foi atendido por nenhum vendedor,fez a escolha das roupas sozinho e se dirigiu ao caixa, chegando lá, a atendende perguntou a ele  para quem ele repassaria a venda, ele fez questão de frisar que a ninguém.E a única esplicação obvia para essa situação sofrida é o fato dele ser negro.


Se paramos para pensar, a preconceito e a discriminação já se tornou comum ao ponto de se passar desapercebidos.Imagine vc está no meio da avenida mais movimentada da sua cidade, em questão a minha, cito a AFONSO PENA, e a seu lado passa um rapaz vestido com uma calça verde limão e uma blusa laranja fogo, tendo como acessórios um relogio vermelho sangue, um boné roxo, e para finalizar tênis rosa.Vai passar desapercebido?!


Não....ao meu conceito não....Mas porque?!

Com certeza pelo meu preconceito a respeito das conjugações da roupa dele.Daí se vê que todos nos somos preconceituosos.

Então o que ganhamos com isso?Sendo que a cada critica feita, na mesma dose nos é dada de volta.

Agradecemos pelos elogios, mas esquecemos que muitos estão sendo feitos na falsidade, pois no fundo o que mas recebemos são criticas, o que mais sofremos é preconceito.


Para finalizar, quero por uma história que li, no blog "Morar em Portugal".

Para ler toda história de Janice, e so entrar no link.

Discriminação

Com tempo livre durante a semana, ela foi atrás de uma vaga em uma loja que, segundo seus amigos portugueses, estava contratando funcionários. No entanto, ao chegar ao local para conversar com a dona do estabelecimento, Janice recebeu um “não”. A proprietária disse que não a contrataria porque não queria brasileiros no local.


"A discriminação acontece em todos os lugares e a todo o momento, mesmo que seja de maneira indireta", afirma. "Acho isso muito injusto porque, no Brasil, somos abertos a todos os estrangeiros.”


“Minha filha nasceu aqui, mas ainda não tem direito à cidadania portuguesa. Ela fala o português de Portugal, mas não pode ser portuguesa”, contou.


Janice conta que, apesar das dificuldades, a vida fora do país valeria a pena se ela tivesse sucesso na carreira profissional.

“Se tivesse trabalhado na minha área, me sentiria mais realizada. Estudei, me dediquei, mas aqui não tenho oportunidade nem de me aproximar”, disse.

Janice Delunardo e a filha nascida em Portugal (arquivo pessoal).

A filha de Janice não consegue a cidadania, apesar de ter nascido em Portugal

publicado por brasileportugal às 23:11
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